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Prisão preventiva para supostos assassinos de Rafael Lopes

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Os quatro supostos autores do assassinato à facada do jovem da origem cabo-verdiana, Rafael Lopes, na estação de metro de Laranjeiras, em Portugal, ficaram em prisão preventiva, revelou a Polícia Judiciária (PJ) portuguesa.

As informações avançadas pelo advogado da defesa apontam que os quatro jovens estão sendo acusados de homicídio qualificado e roubo, sendo um deles por detenção de arma proibida.

Entretanto, a mesma fonte dá conta que dois dos suspeitos poderão, posteriormente, ficar em prisão domiciliária.

Rafael Lopes, 19 anos, foi brutalmente assassinado à facada quarta-feira, 20, na estação de metro de Laranjeiras, em Lisboa.

Segundo informações avançadas pela imprensa portuguesa, tudo terá acontecido ao início da tarde, quando a vítima foi esfaqueada por dois indivíduos, acabando por falecer no local onde as autoridades portuguesas interditaram a paragem de metro e circulação de pessoas por mais de quatro horas.

Ajuste de contas estará na origem de assassinato deste jovem de origem cabo-verdiana, que residia no bairro de Cova da Moura, no concelho da Amadora, Portugal.

De acordo com as informações avançadas pelo Correio da Manhã, que cita a agência de notícias LUSA, Rafael terá agredido amigos dos seus supostos agressores que residiam no bairro de Casal da Mira, também no municio português da Amadora.

Wilson Moreira é jornalista, comunicador estratégico e fundador do Terra Longe Online. Natural de Santa Catarina, na ilha de Santiago, tem dedicado o seu percurso à comunicação, ao jornalismo e ao desenvolvimento de projetos digitais orientados para a valorização das comunidades e da identidade cabo-verdiana. Licenciado em Jornalismo e Comunicação Empresarial, pós-graduado em Marketing Digital e mestrando em Comunicação Estratégica pela Universidade de Lisboa, alia a experiência jornalística ao conhecimento em comunicação digital, branding e marketing. Ao longo da sua trajetória profissional, trabalhou em diferentes áreas da comunicação e integrou a redação da Agência Cabo-verdiana de Notícias (Inforpress), onde reforçou a sua experiência na produção de informação rigorosa e de interesse público. Acredita num jornalismo próximo das pessoas, capaz de informar com rigor, preservar memórias, dar voz às comunidades e contribuir para uma sociedade mais esclarecida e participativa.

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