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Cabo-verdiano de 19 anos assassinado à facada na estação de metro em Portugal. Três suspeitos já foram detidos

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Um jovem de origem cabo-verdiana foi brutalmente assassinado à facada esta quarta-feira, 20, na estação de metro de Laranjeiras, em Lisboa, Portugal.

Segundo informações avançadas pela imprensa portuguesa, tudo terá acontecido no inicio da tarde, quando a vítima, conhecida por Rafael Lopes, foi esfaqueada por dois indivíduos, acabando por falecer no local onde as autoridades portuguesas interditaram a paragem de metro e circulação de pessoas por mais de quatro horas.

Ajuste de contas estará na origem de assassinato deste jovem de origem cabo-verdiana, que residia no bairro de Cova da Moura, no concelho da Amadora, Portugal.

De acordo com as informações avançadas pelo Correio da Manhã, que cita a agência de notícias LUSA, Rafael terá agredido amigos dos seus supostos agressores que residiam no bairro de Casal da Mira, também no munípio português da Amadora.

A Polícia Judiciária de Portugal já deteve três dos suspeitos, mas há a possibilidade de estarem mais pessoas envolvidas neste crime, uma vez que as autoridades não descartam a possibilidade de um homicídio planeado.

A imprensa portuguesa relatou que o sistema de vídeo vigilância nas instalações do Metropolitano de Lisboa foi fundamental para para deter dois dos supostos autores do crime, com idades compreendidas entre 18 e 19 anos.

Wilson Moreira é jornalista, comunicador estratégico e fundador do Terra Longe Online. Natural de Santa Catarina, na ilha de Santiago, tem dedicado o seu percurso à comunicação, ao jornalismo e ao desenvolvimento de projetos digitais orientados para a valorização das comunidades e da identidade cabo-verdiana. Licenciado em Jornalismo e Comunicação Empresarial, pós-graduado em Marketing Digital e mestrando em Comunicação Estratégica pela Universidade de Lisboa, alia a experiência jornalística ao conhecimento em comunicação digital, branding e marketing. Ao longo da sua trajetória profissional, trabalhou em diferentes áreas da comunicação e integrou a redação da Agência Cabo-verdiana de Notícias (Inforpress), onde reforçou a sua experiência na produção de informação rigorosa e de interesse público. Acredita num jornalismo próximo das pessoas, capaz de informar com rigor, preservar memórias, dar voz às comunidades e contribuir para uma sociedade mais esclarecida e participativa.

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