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França: Cabo-verdiana de 31 anos morta à facada pelo marido

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Uma cabo-verdiana de 31 anos foi esfaqueada até à morte pelo próprio marido esta sexta-feira, 15, em Noisy-Le-Sec, França, de acordo com o jornal Le Parisien.

Segundo Le Parisien, a vítima foi descoberta inconsciente pela polícia local, por volta da 1h30, com sinais de facada na garganta e na região do coração, tendo acabado por falecer momentos depois.

A mesma fonte revela que a mulher da origem cabo-verdiana estava deitada numa sala de estar manchada de sangue.

“Um vizinho havia alertado a polícia que um casal estava a discutir. Ele ouvira gritos vindos do apartamento. Ele também disse que um homem havia fugido a pé. O indivíduo era reconhecível por seu “short” laranja. Ele foi preso muito rapidamente na esquina da rue Alsace Lorraine com a avenue de Rosny, não muito longe da cena do crime. O agressor não ofereceu resistência”, lê-se no website do Le Parisien.

Le Pariesen dá conta de um cenário de violência rara, comprovada por muitos vestígios de sangue na casa onde a vítima foi encontrada, com sinais de facada na garganta e na região do coração.

O companheiro da vítima, também da origem cabo-verdiana, já foi detido pelas autoridades francesas.

Com este caso, Le Parisien realça que eleva para 57 o número de formicídios cometidos este ano na França.

Fonte: Le Pariesen

Wilson Moreira é jornalista, comunicador estratégico e fundador do Terra Longe Online. Natural de Santa Catarina, na ilha de Santiago, tem dedicado o seu percurso à comunicação, ao jornalismo e ao desenvolvimento de projetos digitais orientados para a valorização das comunidades e da identidade cabo-verdiana. Licenciado em Jornalismo e Comunicação Empresarial, pós-graduado em Marketing Digital e mestrando em Comunicação Estratégica pela Universidade de Lisboa, alia a experiência jornalística ao conhecimento em comunicação digital, branding e marketing. Ao longo da sua trajetória profissional, trabalhou em diferentes áreas da comunicação e integrou a redação da Agência Cabo-verdiana de Notícias (Inforpress), onde reforçou a sua experiência na produção de informação rigorosa e de interesse público. Acredita num jornalismo próximo das pessoas, capaz de informar com rigor, preservar memórias, dar voz às comunidades e contribuir para uma sociedade mais esclarecida e participativa.

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