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Ambiente

Ambientalista denuncia chacina de mais de 300 tartarugas na ilha do Sal

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Um ambientalista denunciou hoje aquilo que considera ser uma chacina de mais de 300 tartarugas na ilha do Sal, sendo 82 só na praia de Água Doce.

A informação foi avançada pela Televisão de Cabo Verde (TCV), que fala em crime ambiental em plena temporada da desova numa das ilhas mais turísticas do arquipélago.

“É importante que toda a gente veja isso, sobretudo os consumidores ou as autoridades, porque nós apresentamos os números das tartarugas apanhadas, mas eles não entendem a realidade problemática”, lamentou o biólogo Alberto Taxonera, quem alerta para a matança das tartarugas todos os dias nas praias da ilha do Sal.

Vai mais longe ainda referindo que este problema tem impacto na população das tartarugas, que considerou serem espécies emblemáticas de Cabo Verde e a nível internacional.

A mesma fonte mostrou-se ainda estupefacta com tudo isso, uma vez que se trata da realidade de uma das ilhas mais turísticas de Cabo Verde.

Toda essa matança de tartarugas acontece nas praias afastadas, que, conforme indicou o biólogo, é difícil controlar porque não há fiscalizações.

Roberto realçou ainda que já é do conhecimento de todos que há um grupo bem identificado de pessoas que frequentam as referidas praias à noite para apanhar as tartarugas, um negócio ilícito, mas bastante lucrativo.

Wilson Moreira é jornalista, comunicador estratégico e fundador do Terra Longe Online. Natural de Santa Catarina, na ilha de Santiago, tem dedicado o seu percurso à comunicação, ao jornalismo e ao desenvolvimento de projetos digitais orientados para a valorização das comunidades e da identidade cabo-verdiana. Licenciado em Jornalismo e Comunicação Empresarial, pós-graduado em Marketing Digital e mestrando em Comunicação Estratégica pela Universidade de Lisboa, alia a experiência jornalística ao conhecimento em comunicação digital, branding e marketing. Ao longo da sua trajetória profissional, trabalhou em diferentes áreas da comunicação e integrou a redação da Agência Cabo-verdiana de Notícias (Inforpress), onde reforçou a sua experiência na produção de informação rigorosa e de interesse público. Acredita num jornalismo próximo das pessoas, capaz de informar com rigor, preservar memórias, dar voz às comunidades e contribuir para uma sociedade mais esclarecida e participativa.

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